De Quarto em Quarto. O primeiro festival online promovido pelo coletivo ¼

Ao todo serão 16 horas de show em 3 palcos/salas simultâneos com participação de artistas nordestinos.

O ¼ FEST inicia esse sábado (23/05), às 15h com previsão de término às 7h no domingo (24/05). Esse será o primeiro grande festival do Brasil – Portugal com a proposta que, diferentemente do formato das lives no Instagram e YouTube, oferece mais interação entre os participantes. Ao todo serão 16 horas de evento, com três palcos/salas simultâneos e um lounge, tudo na mesma plataforma, o Zoom. Quase 100 artistas entre DJs e performers de grandes festas e coletivos brasileiros irão apresentar seus projetos de diversos estilos da música eletrônica como o house, acid, techno, disco, além de brasilidades.

O projeto surge sob quarentena justamente com objetivo de unir lugares e pessoas por meio da interatividade. Já tendo realizado web-parties com artistas de diversas localidades, procura-se sempre movimentar a cena artística independente. “A ideia apareceu em um dos debates na 1/4 Talks entendendo também a necessidade de encontrar uma alternativa no meio virtual para monetizar o rolê, afinal, estamos falando de artistas, produtores e pessoas que dependem exclusivamente do dinheiro da sua arte” pontuou Pedro Ribeiro, produtor e um dos idealizadores.

“Se alguém nos tivesse dito esse conceito de zoom parties há pouco mais de 2 meses, nunca teríamos vislumbrado isso”.

O Nordeste está sendo representado por JV, DJ recifense e co-fundador do Coletivo Revérse e a DJ Marina Kumara, visionária na cena da música eletrônica contemporânea de Fortaleza. “O festival soube sobrepor a distância e passar essa mentalidade para os envolvidos de trás do palco. Se antes a internet estava em todos os lugares, agora todos os lugares são a internet. “Hoje a distância é mesma para um artista de recife se apresentar em São Paulo ou em Portugal” comentou JV.

Além disso, em parceria, o Coquetel Molotov entra na participação do Palco Tropical com 2 artistas: Guma, banda de rock brasileiro fundada em Recife que em 2018 lançou seu disco de estreia, Cais, e a Catarinense Gab Ferreira. O Também está ofertando a opção da compra do ingresso da 1/4 FEST + 1 Ingresso para a próxima edição do festival NO AR COQUETEL MOLOTOV.

“É hora de se reinventar! Toda a experiência é vivida dia após dia, acompanhando a evolução da pandemia, entendendo como inovar no meio virtual. Recebemos mensagens de pessoas nos agradecendo por proporcionar esse espaço na quarentena. É algo que nos motiva a continuar investindo tempo, dinheiro e criatividade” – Pedro Ribeiro

O Line up ainda incorpora grandes representantes da cena alternativa brasileira como Cashu – DJ e criadora da Mamba Negra, Miss Tacacá – DJ paraense e criadora da Taka Night de Belém, Tessuto e L_cio ambos figuras importantíssimas representando a Capslock, Larissa Jennings residente da Festa Até às 4 no Rio de Janeiro, Lagoeiro e Ianzona da festa Masterplano de Belo Horizonte e muitos outros.

Ainda estão confirmados nomes como: Benjamim Ferreira (Midnight Riot), Nuven, Sidou (Caule), Trypas Corassão, Zek Picoteiro (Lambateria), Camões, Martha Pinel, From House to Disco, Amplis (Transa!), Linda Green, Mientras Dura, Tooleo (Discothéque), Tríade DJs, Venga Venda, Warehouse DJs, Victin(Bicuda), Fritzzo (Plano/Pane), GB (Base), Jota Januzzi (1010), Maria Kumara (Utrópica) e Supololo (Masterplano).

As performers Annyllynna (Caldo), Arda Nefasta, Aretha Sadick, Gui Mauad (Kode), Irina Gatsalova, Kitty Kawakubo, Luiza Braz Batista, Luscafu, Rezm Orah e Luara Perdonati irão transitar entre as 3 salas principais: Palco Tropical, Palco Discothèque e Palco Techno que ainda conta com propostas visuais de artistas independentes e participação do público.

E tem mais! Juntamente com a rádio Veneno, a ¼ Fest também terá o Lounge Veneno, trazendo mais de 50 artistas, trilha sonora exclusiva e mostra audiovisual para relaxar, bater papo e trocar ideias enquanto o festival está acontecendo em outras salas/palcos.

A ¼ é um coletivo artístico de Portugal, mas 100% brasileiro, que apresenta projetos independentes de música e vídeo, dando espaço para cena de Lisboa ser acessível a todos. Como produtora de conteúdo alternativo, promove debates entre artistas brasileiros e europeus. Dialogando sobre o futuro da arte e do entretenimento, dois Talks já foram realizados buscando conectar o artista e público com a iniciativa da música experimental e sons independentes, além de figuras marcantes do cenário LGBTQ+.

¼ FEST: QUARTO EM QUARTO
Idealizadores: Guilherme Delarmelindo, Isis Prujansky, Lucas Bicudo e Pedro Gonçalves Ribeiro
Data: Dia 23 de maio, 15h às 7h
Palco Techno – 19h às 5h
Palco Tropical – 15h às 23h
Palco Discothèque – 17h às 3h
Lounge Veneno – 21h às 07h

Ingressos: Os ingressos estão disponíveis desde quarta-feira (20) através da plataforma Sympla, com contribuição mínima de R$ 10 – que será revertido para todos os artistas, produtores e colaboradores do evento.
Ingressos SYMPLA

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Uma verdadeira imersão na música e tecnologia

Com 25 anos, Time Warp celebra a 2° edição no Brasil.

A agência Entourage traz pelo segundo ano consecutivo o Time Warp ao Brasil. A segunda edição do festival alemão de techno e house acontece nos dias 15 e 16 de novembro no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. Serão mais de 20 atrações entre nomes nacionais e internacionais, incluindo Amelie Lens, Pan-Pot, The Black Madonna, DJ Koze, Honey Dijon, Jamie Jones, Peggy Gou, Ricardo Villalobos, Richie Hawtin, Rødhåd, ANNA, L_cio e muitos outros.

O Time Warp surgiu em 1994 e está entre as raízes dos festivais de Techno e House da Alemanha. Ao longo dos anos o festival tornou-se referência na Europa e virou ponto de encontro dos amantes dos gêneros. Muito antes dele desembarcar no Brasil, em 2018, foi essencial para moldar a história da cena underground europeia.

O nome “Time Warp” remete a distorção no espaço-tempo, é uma forma de ultrapassar tais dimensões. Isso tudo movido pelos melhores combustíveis: música, tecnologia e amor.
Sempre excedendo a tecnologia, o Time Warp combina qualidade sonora e iluminação de forma singular. Desde 2009, quando houve a celebração de 15 anos, o festival se uniu a produtores de cinema e artistas de todas as frentes para transformar a atmosfera dos palcos em algo único.

Em sua primeira edição no Brasil, ano passado, o que mais chamou atenção do público foi o palco Cave 2.0, onde apresentaram-se as principais atrações de techno internacional e nacional (Sven Vath, Nina Kraviz, Gop Tun DJs e L_cio e Valesuchi e etc). Na Alemanha, acontece o mesmo. O Cave 2.0 é praticamente um mega-club, com cenografia dark e industrial, marcado por uma iluminação azul e um teto deslumbrante. A sensação é a de estar dentro de uma nave alienígena! No palco, um gigantesco painel de led e projeções pós-apocalípticas ficam nas costas do DJ, ou seja, o Cave 2.0 mostra a quantidade de inovação sonora e tecnológica investida na Time warp, encaixando bem não só com o line-up mas também com o público.

De acordo com Renan Barreto, paulista de 22 anos, o evento foi uma das festas que mais o surpreendeu em 2018 por conta da estrutura, organização e do line up. Na sua opinião os nomes da festa foram Sven Vath e Kolsch. “Depois de ouvir muitos relatos sobre as edições que já aconteceram fora do país, não acreditei que a pista seria tão grande e com o show de luzes tão sinistro. O Cave 2.0, assim como chamado pelos organizadores realmente foi uma das melhores pistas que já vi”, afirma Renan.

Quer conferir um pouco do que foi esse evento ano passado? Saca o vídeo aqui embaixo.

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Música conecta, diversidade agrega, respeito liberta

Este é o lema da Devil’s Den, festa que acontecerá nesta sexta em Recife.

O evento surgiu no final de 2012, época em que o cenário de música eletrônica, estava muito voltado para o EletroHouse e claro, o trance. A ideia da festa veio depois de algumas pesquisas do Rafael Araújo, Ian Chaves e Steve Coimbra (co-fundadores), “lembro que na época a gente parecia que tinha descoberto um novo mundo ao ouvir artistas como Format: B, PleasureKraft”, comenta Rafael. Durante uma conversa entre amigos sobre o projeto, Fernando Figueira e Lucas Lobo aderiram a ideia e tudo foi se encaixando.

Ian que tinha acabado de fazer um curso de DJ no IMEPE, amou as músicas mostrada pelos meninos e disse que ia ensinar ao Rafael e Steve a tocar para que todos pudessem fazer um evento. Junto com a Devil’s surgiu o Doubleminds. De acordo com os envolvidos no evento, a primeira edição teve um grande valor sentimental em suas carreiras, na história da Devil’s e no público recifense, pois neste dia foi apresentado o TechHouse a muita gente que não fazia ideia do que era isso.

Sabe aquela frase: tudo junto e misturado? É a Devil’s Den. Um evento forte (sua cor já diz tudo), bastante presente na cena eletrônica da cidade, com coragem para fazer a diferença, agregando todo tipo de público, como também todo tipo de arte, onde eles próprios alegam que: A Música Conecta, diversidade agrega, respeito liberta.

Este ano para fortalecer o evento e a cena, vale ressaltar a parceria feita com as produtoras Revérse, Ultravioleta e com a gente do portal BITZ.

Conversamos um pouco com o Rafael Araújo sobre a arte ser tão presente em todas as edições do evento, o segredo de se manter como marcar em Recife, o que podemos esperar desta sexta-feira e claro, nossa pergunta que fazemos sempre sobre a cena recifense.

Vamos lá?

1- Desde o início da marca, vocês souberam agregar a arte recifense, como foi isso e atualmente quem participa desta construção?

A nossa ideia foi sempre conectar música e arte. Faz parte do DNA da Devil’s Den explorar o mundo audiovisual ao máximo. A gente teve muita sorte de ter por perto amigos talentosos que reconheceram e abraçaram nosso projeto, dentre eles Pedro Melo, Thiago Couceiro, Pedro Muniz, Thais Cruz, Camila Regueira e coletivos de Pixo. Lembro que desde adolescente a gente sempre se interessou por isso e os roles eram visitas a museus, ateliês e experimentos diversos. Com o passar do tempo, Steve Coimbra foi levando isso mais a sério, fundou o Phantom Five e hoje é curador em uma galeria de arte. Hoje ele é o principal responsável pela curadoria de qualquer tipo de intervenção artística que a gente venha a fazer.

2- Qual o segredo de se manter (como marca) em Recife, sabendo da nossa realidade local?

A gente iniciou em um mercado de música eletrônica aquecido, mas conseguimos trazer algo novo e acho que isso que nos manteve bem no cenário. Sempre tivemos prazer de trazer coisas novas e fora da caixa. Também sempre tivemos consciência de que, em quase 8 anos de atividade, as coisas mudam (incluindo nosso público) e a gente precisa se adaptar para entregar a melhor experiência possível.

3- O que podemos esperar para esta edição e o que vai rolar de diferente?

Estamos muito otimistas com o fato de estarmos realizando esse evento com tantos parceiros antigos e que pensam parecido com a gente. Em momentos como o que vivemos, sentimos um dever social de mostrar o nosso posicionamento. A gente acredita que a Devil’s pode ter um valor fundamental na sociedade.

Falando do evento em si: como sempre a gente planeja transformar completamente o lugar onde a Devil’s Den é realizada de acordo com o que o espaço já oferece como identidade. Dessa vez, trabalhando em cima do Villa Ponte D’uchoa, que é uma casa de festas, buscamos uma ativação com identidade visual de club undergroud. Fazendo o link do rústico, que o lugar já oferece, com o industrial high-tech.

5- O que você acha da cena de música eletrônica de Recife?

A cena aqui se mantém sólida e em muita ascensão. Hoje estou vendo o Techno ter seu espaço na rua e com uma aceitação cada vez maior. Produtoras pioneiras nisso tem trazido ideias muito originais e de graça, na rua. Quando pensamos na música eletrônica de uma forma mais ampla, também enxergamos com muito otimismo os demais tipos de manifestação, vemos uma constante renovação de públicos e a gurizada criando novas labels dentro do universo mais comercial também.

• A Devil’s Den será dia 20 de setembro (sexta-feira) na Villa Ponte D’uchôa;
• Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/devil-s-den-20-09-20-de-setembro;
• Line:

Barja
Jean Bacarreza
Sage Act (live)
STV
Dunno
Nadejda

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MECA – Um festival para todos os públicos

O MECA é uma plataforma multicultural que nasceu em 2010 como um festival de música no Rio Grande do Sul e hoje está presente em cinco estados do Brasil (SP, RJ, MG e PE). Com a proposta de ser um radar da cena cultural nacional e internacional, hoje o MECA produz festivais imersivos e multiculturais, gera conteúdo em canais de mídia proprietários, além de conectar pessoas, marcas e iniciativas culturais em projetos especiais ao longo do ano inteiro. Em 2018, foram mais de 1.400 horas de programação cultural e musical distribuídas em cinco festivais e em eventos na sede do MECA em Pinheiros, como pocket shows, DJ sets, talks e markets. Mais de 35 mil pessoas passaram pelos eventos do MECA em 2018.

Este ano a galera do MECA, resolveu fazer a famosa pesquisa etnográfica na cidade, não entendeu? A gente explica… ao invés de implementar todo o conceito do festival aqui, o pessoal resolveu vim até a cidade (com bastante antecedência) e fazer aquele velho estudo sobre Recife. Mas na real o que rolou foi uma grande conexão entre a produção e o público recifense. Dispostos a entender nossa realidade cultural e musical o MECA foi além e fez com o que o público pudesse participar desta grande plataforma multicultural. Foi como se eles tivessem conhecido um representante de cada tribo da região e decidiram representá-los no próprio festival, implementando um novo conceito de festa para todos os públicos. E claro, a música eletrônica não podia ficar de fora, principalmente neste momento tão quente que estamos vivendo…

De acordo com Danilo Novais, Marketing Manager & Community Planner do MECA, investir em Recife para uma segunda edição era algo certo: “Recife é um dos berços culturais do Brasil. Um dos estados que mais inspira o MECA musicalmente e culturalmente falando. A escolha da cidade tem a ver com essa admiração, com o desejo do MECA de estar conectado com pessoas e lugares que são inspiração para gente. A experiência de 2018 foi incrível, um dos melhores e mais dançantes públicos que o MECA já teve. Daí a certeza de fazer uma segunda edição em 2019. Ou seja, a nossa expectativa está alinhada com o que vivemos ano passado. ”

Já sobre o investir na cena eletrônica não só de Recife, Danilo afirma que veio a partir de sua visita na cidade em julho: “Percebemos como vocês valorizam os artistas nacionais e, mais que isso, os locais recifenses. Ao mesmo tempo em que estão abertos para o novo. E percebemos também uma cena emergente e promissora na cidade, cheia de energia e mentes criativas maravilhosas. Enxergamos que Recife tem uma potência criativa avassaladora! “

Como parte da programação, um time potente de irá se apresenta no Side Stage desde o momento de abertura até o final do festival, esquentando a pista para os shows. Roger Weekes (Inglaterra), DJ de Londres que reside em São Paulo e atualmente é chamado de “disco man”, garante set do jazz ao house com uma mistura de músicas do sul de Londres; Jay West (Argentina), curador e produtor com uma carreira de 15 anos, tem um estilo único e respeitado e seu set é repleto de diversos gêneros como o soul, disco e funk vibes; Iury Andrew, atualmente é o DJ residente da festa Batekoo REC e Pink Lemonade e vai do afro-house ao brega-funk, dialogando com o pop e a black music; JV, o responsável por dar um novo gás no circuito de música do Recife, com o Coletivo Revérse, onde leva a cada palco um set diferente e único que flui entre diferentes estilos de música; Libra, produtora e DJ de música eletrônica de destaque na cena de Recife, além de diretora do curta Frervo; Patricktor4, DJ e produtor baiano, criador do Baile Tropical e especialista em reconectar sonoridades tradicionais a novas texturas urbanas. Para completar, uma dupla residente do MECA, Dimas Henkes e Cleu Oliver, também faz parte do time representando a equipe nas picapes com brasilidades, disco, R&B e pop dançantes.

Programação diurna:

“Música indígena contemporânea: uma riqueza ancestral do Brasil” com Anapuàka Muniz Tupinambá Hã-hã-hãe / (cofundador da Rádio Yandê e do Festival de Música Indígena YBY)

“O que os movimentos culturais sinalizam para 2020?” com Luiz Arruda (head da WGSN Mindset na América Latina)

“Por uma vida mais sustentável na Terra até 2030” com Carlo Pereira (secretário-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU)

Painel “Pernambuco é pop – Como os memes, o cinema e a música pernambucana dão identidade para a cultura do Brasil?” com Ana Garcia (diretora e fundadora do No Ar Coquetel Molotov), China (músico), Aslan Cabral (artista visual e pesquisador livre em arte digital e capital viral) e Amanda Mansur (doutora em Comunicação e professora do Centro Acadêmico do Agreste da UFPE) com mediação de Cleu Oliver (Gerente de Planejamento Criativo do MECA)

Programação Main Stage:

Tulipa Ruiz
Shevchenko & Elloco
Mombojó
Romero Ferro
Noporn
9K

Programação Side Stage:

Roger Weekes (Inglaterra)
Jay west (Argentina)
Patricktor4
Iury Andrew
JV (Revérse)
Libra
Dimas Henkes (MECA)
Cleu Oliver (MECA)

MECABrennand

Data: 14 de setembro de 2019, sábado.
Local: Oficina Brennand – Recife/PE
Horário: 15h às 6h
Compre em http://bit.ly/MECA_Brennand_2019

Acesse: mecabrennand.com
Instagram: https://www.instagram.com/mecalovemeca/?hl=pt-br
Facebook: https://web.facebook.com/mecalovemeca/
Twitter: https://twitter.com/mecalovemeca
Medium: https://medium.com/mecalovemeca

Nos vemos lá? Espero que sim.

Os créditos das fotos no texto/legenda: Fotos do MECABrennand 2018
Helena Yoshioka / I Hate Flash

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